A avaliação inicial ajuda a entender a origem da dor. Quando necessário, o acompanhamento é feito em conjunto com o ginecologista.
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Já tentei outros tratamentos e não funcionou. Ainda vale a pena procurar ajuda?
Sim. Cada caso é avaliado de forma individual, e a fisioterapia pélvica trabalha aspectos que nem sempre são cobertos por outras abordagens. Além disso, meu tratamento segue um protocolo diferenciado de muitos outros tratamentos e, por ser sexóloga além de fisioterapeuta pélvica, consigo ter um olhar muito mais amplo para as demandas íntimas de cada paciente.
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Quais são as causas mais comuns da dispareunia?
Tensão da musculatura pélvica, traumas, primeiras relações dolorosas, exames ginecológicos traumáticos, alterações himenais, ressecamento vaginal, endometriose, o período pós-parto e alterações hormonais da menopausa estão entre as causas mais frequentes.
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A dispareunia relacionada à menopausa também tem tratamento?
Sim. É uma das situações mais comuns atendidas no consultório, e a fisioterapia pélvica costuma trazer melhora expressiva na qualidade da vida sexual.
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Dor durante a relação sexual é normal?
Não. A dor é um sinal do corpo e merece atenção. Muitas mulheres acham que precisam aguentar, mas a dispareunia tem causa identificável e tratamento.